Centro
de Estudos em Logística da UFRJ
nega sugestão sobre reajuste de fretes
De São Paulo
24/04/2006
– O Centro de Estudos em Logística (Cel-Coppead)
da Universidade Federal do Rio de Janeiro, citado pela Gazeta
Mercantil como responsável pela sugestão de
reajuste de 8% no frete do transporte de veículos novos,
negou ao site www.anticartel.com
qualquer participação nesse sentido. De acordo
com o esclarecimento fornecido pela coordenação
do centro de estudos, “realizamos um trabalho periódico
com empresas embarcadoras sobre tarifas de transporte, chamado
Painel de Fretes”.
Ainda de acordo com o instituto, que goza de alta credibilidade
no mercado, “nesse trabalho comparamos as tarifas praticadas
no mercado entre empresas de diversos setores e diversos tipos
de cargas. Porém, não há nada comparando
tarifas de transporte de veículos. Não há
qualquer sugestão sobre reajustes a serem realizados
no mercado”, assegura a coordenação do
Cel-Coppead.
Mais adiante, é esclarecido que “o valor cobrado
pelo CEL para realização deste trabalho é
de R$ 6 mil por informativo por empresa. Este trabalho, o
Painel de Fretes, do qual sou responsável, não
tem relação alguma com o que foi citado na Gazeta
Mercantil”, reforça Rachel Lima.
Gazeta Mercantil
Montadoras e cegonheiras negociam fretes para 2006 - São
Paulo, 13 de Abril de 2006 - Começa na segunda quinzena
a negociação de fretes rodoviários envolvendo
as montadoras e os transportadores de carros zero quilômetro,
as chamadas cegonheiras. O objetivo é que em maio possa
entrar em vigência os novos valores. Os fretes da atividade
são negociados em abril para serem validados a partir
de maio. Os acordos cobrem um período de doze meses.
Tamanho do negócio - O valor dos fretes pagos pelo
transporte de carros zero quilômetro - incluindo veículos
levados até os portos, para exportação
- soma cerca de R$ 1 bilhão/ano. A planilha de referência
foi preparada pela Coppead, da Universidade Federal do Rio
de Janeiro. O reajuste cobre período de um ano, mas
nas negociações estão previstas correções
de fretes no caso, por exemplo, do óleo diesel ser
reajustado acima de 8%. (Gazeta Mercantil/Caderno C - Pág.
5)(Ariverson Feltrin). (marileide.q@anticartel.com)