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17/12/2014 - A empresa Elta (do grupo Sada) foi cortada pela General Motors do Brasil que entregou a carga correspondente a parte dos veículos produzidos na unidade de Gravataí-RS para a Júlio Simões. A medida desagradou líderes do Sindicato dos Transportadores de Veículos do Rio Grande do Sul (Sintravers). A entidade, que denunciou a existência de cartel no setor de transporte de veículos novos em 2000, fazia pressão para que a decisão fosse contrária, cortando a Júlio Simões e passando os carregamentos para a empresa Elta, que tem sede na Argentina, mas é integrante do grupo Sada.

A contratação da transportadora Júlio Simões, atendeu determinação da Justiça Federal gaúcha, que obrigou a montadora norte-americana a contratar empresa e/ou transportadores não vinculados ao sistema ANTV/Sindicam, entidades acusadas de controlarem o setor por meio de um gigantesco cartel, que superfatura preços nos fretes de veículos novos e se organizou de maneira a impedir o ingresso de novos agentes econômicos no mercado. Em Ação Civil Pública movida pelo Ministério Público Federal, a General Motors do Brasil é ré, junto com o seu diretor para assuntos institucionais, Luiz Moan Yabiku Júnior (atual presidente da Anfavea), a Associação Nacional das Empresas Transportadoras de Veículos (ANTV) e o Sindicato dos Cegonheiros de São Paulo, o Sindicam, que se auto-intitula “nacional”. A ação tramita há 12 anos sem ter sido sentenciada. A determinação veio por meio da concessão de medida liminar solicitada pelo MPF. 
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Multa à antiga Shell Brasil Limitada chega aos R$ 26,4 milhões

18/11/2014 - O Conselho Administrativo de Defesa Econômica – Cade condenou, na sessão de julgamento na semana passada, a Raízen Combustíveis S/A (antiga Shell Brasil Limitada) por abuso de poder de mercado na distribuição de combustíveis nas cidades de Marília e Bauru, no estado de São Paulo, entre os anos de 1999 e 2003. A distribuidora influenciou a adoção de conduta uniforme e fixou preços na revenda de combustíveis, impondo a padronização de sistemas contábeis, preços e margens de lucro a postos concorrentes. O Tribunal do Cade condenou também dois gerentes comerciais da empresa por participação nas condutas anticompetitivas. 

O conselheiro Márcio de Oliveira Júnior, em seu voto-vista no processo (PA nº 08012.011042/2005-61), destacou que as instruções contidas em e-mails enviados pelos dois gerentes comerciais da empresa, à época dos fatos, mostraram que a Shell restringia a atuação dos varejistas na revenda de combustíveis. 
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11/11/2014 - A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) instaurou na semana passada, processo administrativo para apurar suposto cartel em licitações públicas realizadas por municípios do estado de São Paulo para contratação de serviços terceirizados de fornecimento de merenda escolar. Há indícios de que 12 empresas e 15 executivos teriam trocado informações e se coordenado para fixar preços, obter vantagens em licitações e dividir o mercado de merendas escolares nas regiões metropolitanas de São Paulo e Campinas e na região de Sorocaba.

O processo administrativo foi instaurado a partir de documentos encaminhados pelo Ministério Público do Estado de São Paulo. Os documentos trazem indícios de que as empresas Serra Leste Indústria Comércio Importação e Exportação Limitada, SP Alimentação e Serviços Limitada, Terra Azul Alimentação Coletiva e Serviços Limitada, Sistal Alimentação de Coletividade Limitada, Geraldo J. Coan e Companhia Limitada, Sha Comércio de Alimentos Limitada, Nutriplus Alimentação e Tecnologia Limitada, Convida Alimentação e Tecnologia Limitada, Comercial Milano do Brasil Limitada mantinham reuniões periódicas para combinar e monitorar a divisão do mercado de merendas escolares. Os encontros entre as concorrentes eram realizados na sede de uma das empresas
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