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Por: Renan Fonseca (renan.fonseca@abcdmaior.com.br)

Gaeco denunciou esquema que superfatura frete de veículos para todo o País

06/07/2015 - Até 2010, duas empresas de logística do ABCD fizeram cerco às montadoras de automóveis e superfaturaram os valores dos fretes. É a denúncia pela qual empresários da Sada e Tegma Gestão Logística serão julgados até o fim deste mês. Devem responder por cartel e formação de quadrilha. A denúncia foi feita pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) e aponta ainda o uso de empresas-laranja na manobra criminosa e ação direta de caminhoneiros para pressionar montadoras a pagar o cartel.

Conforme informações do Gaeco, as duas empresas figuraram como gestoras do esquema. Elas agregaram de forma não-oficial diversas pequenas empresas de transporte por cegonhas, além de fazer uso direto de serviços de caminhoneiros autônomos. A megaestrutura determinava o preço do frete em todo o País, conforme a ação que corre na Justiça. “Formaram acordo, ajuste ou aliança entre empresas prestadoras de serviço de transporte rodoviário de veículos novos”, cita o processo.

Sada e Tegma controlavam os clientes, conforme o Ministério Público, que nesse caso são as montadoras. O mercado de transporte ficava restrito apenas às duas logísticas, que repassavam as viagens para os caminhoneiros associados. Se alguma das montadoras tentasse frete fora da quadrilha, os empresários e dirigentes da Sada e Tegma recorriam aos caminhoneiros. O frete mais caro era repassado para o consumidor final.

Com bloqueio aos portões de saída de veículos e até ameaças aos diretores das montadoras, os cegonheiros conseguiam forçar os fabricantes de automóveis a aderir ao cartel, de acordo com a denúncia. O aporte ao esquema também foi orquestrado pelo então presidente do Sindican (Sindicato Nacional dos Transportes Rodoviários), Aliberto Alves, que atualmente exerce funções na Cooperceg. Alves foi procurado pela reportagem e não retornou as ligações.  leia mais...

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Na noite do dia 30, duas cegonheiras foram incendiadas em postos de combustível no Espírito Santo

02/07/2015 - Dois caminhões cegonha foram incendiados criminosamente no Espírito Santo na noite do dia 30, segundo relatos feitos por fontes do website investigativo Anticartel. Uma estava a serviço da Brazul e outra da Transzero. Houve destruição total das cargas. Há anos que incêndios criminosos, por conta de uma “disputa de mercado” atormenta os motoristas cegonheiros que necessitam dormir em pátios de postos de combustíveis em todo o país. Por enquanto as consequências são no terreno dos danos materiais.

Mas é necessário uma ação mais enérgica da Polícia, que já tem nomes, endereços, telefones de diversas pessoas que praticais tais crimes. Em vários casos, por muito pouco não houve danos maiores, mas o risco de um incêndio de grandes proporções, como por exemplo explosão de posto de combustível, é grande. Para que o internauta possa ter uma ideia do fato, estamos disponibilizando vídeo feito por um colaborador.  leia mais...


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Revenda da marca Fiat foi condenada pela Justiça

30/06/2015 - Uma concessionária terá de devolver em dobro valores cobrados indevidamente a título de frete na venda de veículos novos. A decisão, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS), foi contestada pela empresa no Superior Tribunal de Justiça (STJ), mas seu recurso nem chegou a ser analisado no mérito.

A União Nacional em Defesa de Consumidores Consorciados e Usuários do Sistema Financeiro (Unicons) ingressou com ação coletiva de reparação de danos contra a SanMarino Veículos Limitada, apontando a cobrança de frete em valor superior àquele que efetivamente era pago pela revenda às transportadoras.

Abrangência nacional – Em primeira instância, o juiz decidiu que “todas as pessoas que, no país, tenham adquirido veículos” da empresa devem ser ressarcidas, em dobro, dos valores excedentes cobrados a título de frete. O TJRS manteve a decisão.

Segundo o acórdão, em uma dessas vendas, a concessionária pagou R$ 400 pelo frete do veículo comercializado, mas cobrou do cliente R$ 950. Em outras negociações, o valor do frete nem sequer foi discriminado na nota fiscal, contrariando o que estabelece a nova redação do parágrafo 1º do artigo 13 da Lei 6.729.  leia mais...

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